quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Formação de professores e Diversidade Sexual

Pessoal,

segue texto do militante e amigo de Pernambuco, Luciano Freitas, sobre escola e diversidade sexual (também em anexo).


Para conhecimento e repassar a amigos e interessados no tema.
Importante leitura, principalmente para quem faz licenciaturas.

Abraço
Wesley

Formação de professores e Diversidade Sexual[1]

Pesquisas recentes indicam a homofobia como um dos preconceitos que fomenta altos índices de evasão escolar e repetência. Entretanto, compreendemos que, para superar a homofobia na escola ou fora dela, mesmo que minimamente, não bastam aplicações de leis, é preciso medidas a médio e longo prazo que desconstruam histórico-culturalmente esse preconceito, promovendo cultura de paz e respeito ao diferente, e não há meio mais eficaz, se não o da educação, o uso da escola como instrumento de respeito à diferença.

Logo, pensemos na escola para além da violação de direitos que nela paira. Ela, assim como vários ambientes político-sociais, apresenta uma diversidade de sujeitos e objetos que a configuram enquanto lugar heterogêneo. Mesmo que boa parte ou alguma das pessoas que nela atuam, corroborem o preconceito, apresentamos, entretanto, uma escola com a existência de pessoas e seus discursos preconceituosos e não uma instituição preconceituosa fadada à derrota ou a findar-se em si em meio ao preconceito.

Ao se afirmar que uma escola é excludente, generaliza-se práticas, pessoas e instituições. Nega-se a existência, mesmo que mínima, de humanizadores. Não se leva em consideração divergências, contradições e discursos opostos num espaço genuinamente heterogêneo, além disso, reforça-se discursivamente o próprio preconceito. Assim, politicamente nos posicionamos em função de meios que superem a homofobia . Há rosas cheirosas e belas por trás dos espinhos. A Educação em Direitos Humanos ainda não é um discurso hegemônico, mas o universo conspira para ele.

Em vista do supracitado , apontamos a formação docente como instrumental para o trato com a diversidade sexual. É pressuposto de nossas pesquisas e inquietações pedagógicas que o professor e demais sujeitos da escola pública, sendo eles homofóbicos ou não, têm acentuada lacuna no que tange a sua formação de graduação na Educação Superior e posteriormente na formação continuada, acerca do debate da Diversidade Sexual e Direitos Humanos em geral. Essas temáticas pouco tranversalizam os currículos nos programas das licenciaturas e demais cursos das Universidades Brasileiras, assim como são poucas as capacitações, formações e especializações voltadas para o professor, que percebe esse debate como atual e necessário para a educação básica formal, levando a escola, em geral, a omitir-se desse debate.

Contudo, a denuncia de que a escola se omite diante das questões de Diversidade Sexual, não implica dizer que não temos professores comprometidos com a qualidade do ensino, o bem estar de seus educandos. Muitas vezes o educador não tem a noção ou compreensão que a sexualidade perpassa na formação desses alunos, sendo crucial, igualmente, para seu bem estar. A formação do docente é muito mais a causa, muitas vezes , para sua indiferença à temática, do que manifestação de homofobia, e mesmos aqueles homofóbicos, a lacuna da discussão sobre Diversidade Sexual, é fator potencial na manutenção desse discurso homofóbico enquanto discurso autorizado e ditador de determinadas normas sociais.

Segundo Souza (2006), a formação do professor da educação básica é resultado, sobretudo, da prática pedagógica de Instituições de Ensino Superior, ela não é, entretanto, fruto de uma prática docente (muitas vezes confundida como prática pedagógica), mas sim de uma pratica pedagógica de várias Instituições, experiências no colegial, participação em eventos acadêmicos, congressos, monitorias, estágios supervisionados, atividades de extensão etc., ou seja, elementos que formam a prática pedagógica. Encarando-se a formação do professor como processo e dependente da prática pedagógica, também processo, podemos elencar aqui algumas razões, talvez, para que a formação do professor de escola pública seja tão ausente e lacunar no que tange à temática da sexualidade, bem como, possivelmente, sugerir ações que levem em consideração todas as experiências formadoras supracitadas na preparação do professor para lidar com a Diversidade Sexual na escola, local onde a sua prática docente, aliada a ação de sujeitos como gestores e alunos, construirão conhecimento. A prática pedagógica é uma prática social nas suas múltiplas funções, dimensões formativas, ela é uma prática de significação, e assim sendo, é uma prática identitária, e nesse âmbito se insere a prática do docente.

Quando propomos a formação inicial e continuada docente como instrumento eficaz no combate aos preconceitos que pairam sobre a escola, não afirmamos que a formação docente dá conta de todos os problemas da escola, em especial no tocante ao combate da violência e discriminações, principalmente porque entendemos que o preconceito e seu combate é algo situado cultural e historicamente, ele não se dá em curto prazo, além disso, é necessário estrutura para o professor, desde materiais didáticos, estrutura da escola, currículo e etc. Contudo, quando encaramos essa formação não como política de gestão, um projeto com inicio, meio e fim, e sim uma política contínua de estado, o curto prazo torna-se médio e longo prazo, uma desconstrução efetiva cultural e historicamente situada .

Não buscamos, outrossim, culpabilizar o professor por todos os problemas inseridos nas práticas escolares. Ora porque muitas vezes o preconceito parte do aluno e sua comunidade, ora porque a homofobia é social, não é fruto da escola . Por outro lado, acreditamos que o professor enquanto educador é um difusor e defensor de direitos, é uma responsabilidade que ele deve tomar em função do direito, deveres humanos em função dos direitos humanos.

Quando apresentamos essa perspectiva, não estamos negando, igualmente, a dificuldade de se respeitar à diferença e humanizar o ensino no contexto educacional brasileiro, principalmente porque o preconceito no ensino muitas vezes é velado, silencioso. No campo do preconceito esse silêncio se faz eloquente. Entretanto, temos a clareza de que muito já se sabe do que se tem de negativo na escola, porém, é interessante politicamente enfocar o que essa escola tem de instrumental para combater práticas discursivas excludentes, é essa “causa”, sob tal ótica, que o professor deve “abraçar”. Entendemos, entre outras coisas, que, uma mesma escola, sujeitos e objetos que oprimem, é a escola que potencializa os meios para superação de seus problemas, de modo particular, a superação da discriminação. Pensar a escola como aliada nos parece árduo em face do poder titânico dos discursos preconceituosos, basta analisarmos os índices de recentes pesquisas, contudo, o que parece estar aquém, fortuitamente, é possível e próximo em meio às praticas sociais pedagógicas. Atualmente, é possível disputar a escola para o combate de preconceitos, e isso nos é reforçado em Leis e Diretrizes Nacionais da Educação, o que implica a importância de se fortalecer a formação docente e prática curricular.

A formação docente, inicial e continuada, e o currículo têm papel fundamental nessa tomada histórica de poder no âmbito escolar, nos discursos que ela produz, é o papel de (re)significação. A educação é instrumento estratégico da humanização do humano, tendo nos direitos humanos a pedra fundamental para um ensino-aprendizagem de qualidade. Ser humanizado não é prerrogativa de quem é Ser Humano, é algo que deve ser priorizado no aprendizado diário, a fim de propiciar práticas sociodicursivas libertadoras.

Em encontro à superação do discurso preconceituoso na escola, apontamos palavras-chave que, em certo modo, instrumentalizam o docente para alcance desse objetivo: negociação, disputa, relacionar, (des) construir. Poderes, saberes, verdades, discursos e sentidos.


[1] Artigo de autoria do Professor Luciano Freitas Filho- Departamento de Letras, Mestre em Educação pela Universidade Federal de Pernambuco. Membro do Núcleo de Cidadania Homossexual da UFPE . Vice-presidente da ONG Movimento Gay Leões do Norte e membro da Gerência de Direitos Humanos da Secretaria de Educação de Pernambuco.

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Enviado por Wesley pra lista nacional da FEMEH.
danilo feop/se
sencenne coord. geral

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

A revolução dos inválidos

Por Otto João Leite


Não existe fortuna ou ações na bolsa
Que me valham o prazer de escutar
Os doces acordes do bandolim
E o contrabaixo do violão
Este colosso que sustenta tudo
Numa seresta que ressoa
Ao toque do pandeiro como relógio
O relógio sincopado dos boêmios

E as vibrações doces do cantar
Do velho encanador
Cantando os sonhos da boemia
O pandeiro do velho da janela
O canto dos teus velhos seresteiros

O doce som do samba canção
O choro do cavaco inclemente
Sentado em uma mesa que eu mesmo fiz
Bebendo a cachaça doce de Minas
No bar em meio a meus camaradas
O quartel general dos boêmios
Amigos de coração
Camaradas de greves e combate
Hoje a greve é greve da arte

Dali sairá a nossa revolução
Tremam de medo, poderosos!
Faremos desta cidade o Soviete de Munique
O quartel virará um teatro
O cartório um botequim
Os carros cederão lugar
Às bicicletas e aos trilhos
E as ruas do centro se tornarão um grande boulevard

Renascerão as pedras do calçamento
Do meio do asfalto rachado
A Igreja virará um belo museu
E as novas Igrejas….
Fugirão seus pastores,
E seus salões virarão verdadeiras Assembléias!

Nossa Comuna governará
Todas as manhãs seu comitê central
Recitará poesias em um palanque
E a música, será o princípio de nossa constituição

Ao invés de especialistas
Nomearemos amadores
As faculdades ensinarão coisas inúteis
Os muros serão derrubados, as cercas arrancadas
As paredes virarão murais
Títulos serão apenas nome de livros
Os homens comuns farão o incomum
Numa terra posta em comum!

Os seresteiros anônimos
Serão coroados heróis
As ruas terão nome de sambas
E vossos vereadores, estas velhas dores
Cairão no esquecimento
A estátua do velho coronel
Será um cagatório de pombos!

Pobre prefeitura
Eles não querem mais tocar para vocês
Seus burrocratas ficarão desempregados
O canal de TV irá à falência
As pessoas vão passar a noite nas ruas conversando

Os moto-boys vão aposentar suas motos
Virarão todos artistas
Farão arte nos restaurantes cheios de gente
O carnaval haverá de tomar as ruas
E o sambódromo ficará vazio

Os office-boys virarão sambistas
Os burocratas sindicais vão catar papel
Ou farão promoção pessoal
Ao cargo de palhaços
Do circo que abriremos
Onde um dia foi o palácio do governo
Com realejos tocando
E peças do Plínio Marcos encenando

As escolas não serão mais presídios
Suas grades serão arrancadas
A grade curricular será abolida

A nossa comuna há de reinar
Haverá esquetes de teatro
Sob cada uma de suas câmeras
E a câmara, aquele velho túmulo
Para ela será transferido o cemitério
E seus ilustres mandatários
Contemplados com cargos de coveiros

Tuas fábricas serão automatizadas
Teus gestores não gerirão mais nada
Limparemos o rio para nele pescar!
Teremos bailes e serestas todos os dias
Precisaremos inventar ocupações
Tempo que não será mais gasto
Mas ganho, de graça
Tempo para viver e amar

Os orgasmos simples serão abolidos
Pois serão desnecessários
Estraga-prazeres
A vida será o gozo contínuo

Teus Partidos serão partidos em mil partes
Não queremos mais a parte, queremos o todo
A vida será gratuita
Tuas catracas serão peça de museu
Teus vales irão para o picador de papel
Teus números serão deletados
De tua riqueza, ficará a miséria
E a miséria que a alimentava, virará fartura!
Nossa moeda serão as canções
Entre numa loja e pague com um poema

Os relógios terão trinta horas
As noites serão mais longas
Para boemia, poder amar e sonhar
As semanas terão cinco dias inúteis
E apenas dois dias úteis

Teu capital será um capítulo passado
Teus capitães serão bustos enferrujados
Teu Estado, sofrerá uma mudança de estado
Do sólido para o gasoso
Mercadoria sem valor
Dinheiro que não vale nada
A festa dos desvalidos
O teatro dos Inválidos

Nossa comuna haverá de reinar
A poesia que há de se efetivar
A arte que há de se extinguir
Pois a vida irá se estetizar
A filosofia irá se realizar
A revolução que haverá de sair
Das paredes deste humilde bar
Das paredes deste sublime bar.

Erika Milk
Coletivo Avesso - SE
Coletivo de Geografia Na Luta/ UFS
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danilo feop

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Grupo Arco-Íris apóia 'beijaço' contra homofobia no Armazém do Chopp

Grupo Arco-Íris apóia ‘beijaço’ contra homofobia

no Armazém do Chopp

Manifestação acontece na próxima sexta-feira (22/1) no Flamengo às 20h

Na semana passada, o Grupo teve conhecimento de que um casal de lésbicas foi convidado a se retirar do bar Armazém do Chopp, no Flamengo. Segundo testemunhas, o gerente afirmou que não as queria lá dentro, pois preferia a “praça vazia a esse tipo de gente (LGBT)”. O Grupo Arco-Íris torna público seu repúdio a qualquer forma de discriminação por orientação sexual e identidade de gênero e, por este motivo, estará presente na manifestação e convoca a todos e todas para o ato como demonstração de força e indignação.

“Lembramos a nossa comunidade que no Rio possui duas leis que resguardam os LGBT de homofobia em estabelecimentos comerciais. É o caso de se aplicar a lei estadual 3406 de 2000, que penaliza bares, restaurantes, lojas, etc. por discriminarem pessoas em virtude de sua orientação sexual. A lei municipal 2475 de 1996 também caminha nesta mesma direção, portanto é inadmissível que estabelecimentos comerciais continuem a discriminar nossa comunidade. Devemos reivindicar o cumpra-se das leis e fazer com que com o Estado e o Município assegure nossos direitos e cumpram as leis em questão”, explicou a presidente do Grupo Arco-Íris, Gilza Rodrigues.

A Lei 3406/2000

Esta Lei estabelece penalidades aos estabelecimentos localizados no estado do Rio de Janeiro que discriminem pessoas em virtude de sua orientação sexual. Dentro de sua competência, o Poder Executivo penalizará todo estabelecimento comercial, industrial, entidades, representações, associações, sociedades civis ou de prestações de serviços que, por atos de seus proprietários ou prepostos, discriminem pessoas em função de sua orientação sexual, ou contra elas adotem atos de coação ou violência.

Entende-se por discriminação a adoção de medidas não previstas na legislação pertinente, tais como: constrangimento; proibição de ingresso ou permanência; preterimento quando da ocupação e/ou imposição de pagamento de mais de uma unidade, nos casos de hotéis, motéis e similares; atendimento diferenciado; e cobrança extra para ingresso ou permanência.

Serviço
Beijaço no Armazém do Chopp contra homofobia
Local: Marquês de Abrantes, 66 – Flamengo
Horário: 20h

Informações para a imprensa
Márcia Vilella | Diego Cotta
Target Assessoria de Comunicação
Tels: 21 8158 9692 | 8158 9715 | 2284 2475
target@target.inf.br | www.target.inf.br

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Enviado por Diego na lista do ENUDS
danilo feop

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

NOTA OFICIAL DA ABGLT SOBRE O PROGRAMA NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS 3

A ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – é uma entidade de abrangência nacional que congrega 220 organizações congêneres e tem como objetivo a defesa e promoção da cidadania desses segmentos da população. A ABGLT também é atuante internacionalmente e tem status consultivo junto ao Conselho Econômico e Social da Organização das Nações Unidas.

Neste sentido a ABGLT vem a público manifestar o seu apoio às resoluções presentes no Programa Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH 3), recém-lançado pelo Governo Federal.


Compreendemos que os direitos sexuais de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) são direitos humanos e por isso direitos fundamentais a serem respeitados em uma sociedade democrática.


Sabemos que, porém, o alcance da consolidação dessa democracia não se dará sem que exista o reconhecimento da importância que têm os espaços de construção de políticas públicas em conjunto com a sociedade civil.


O Programa não foi feito apenas pelo governo, mas democraticamente por milhões de brasileiros e brasileiras. Nós lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) participamos de em torno de 10 conferências – das mais de 50 que houve durante o governo atual – para contribuir para a elaboração do Programa Nacional de Direitos Humanos 3, incluindo a Conferência de Direitos Humanos, a Conferência LGBT, a Conferência da Igualdade Racial, a Conferência da Criança e do Adolescente, a Conferência de Saúde, a Conferência de Segurança Pública, a Conferência de Comunicação, a Conferência da Pessoa Idosa, entre outras.


Os processos das Conferências nos demonstram como é possível garantir, a partir da reunião dos mais diversos setores da sociedade civil em conjunto o poder público, a construção de políticas públicas para nosso país. Hoje vemos todo este trabalho e dedicação concretizados no Programa Nacional de Direitos Humanos 3.


Queremos referendar o apoio à busca da verdade sobre a ditadura militar. No mínimo precisamos saber a verdade, mas sem revanchismo. Devemos conhecer o passado para não repetir os mesmos erros.


Precisamos respeitar a autonomia das mulheres.


O Brasil ainda é um dos países que mais concentra renda e terra. Precisamos fazer uma reforma agrária democrática, com a participação das comunidades envolvidas.


Os meios de comunicação em nosso país precisam sim da participação cidadã da sociedade, para garantir que todos os meios de comunicação, sem distinção, respeitem os direitos humanos.


O Brasil está sendo um exemplo de democracia. Nossa nação cresceu e está ganhando reconhecimento mundialmente. Aumentaram nossos índices de desenvolvimento humano em todos os institutos e a promoção dos direitos humanos nesse contexto é fundamental.


Convocamos a sociedade para que apoie o Programa Nacional de Direitos Humanos 3, porém sabemos que projetos, planos e programas sempre podem ser dialogados e aprimorados. Isto é democracia.
No final das contas, o Programa não deve ser deste ou daquele governo, desde ou daquele partido político e deste ou daquele grupo. Deve ser de todo/as, e todos/as devem participar democraticamente para aprimorá-lo, implementá-lo, monitorá-lo e avaliá-lo.

O Programa também deve ser assumido pelo Estado, afinal os planos, projetos e programas não devem ser só do governo, e sim do Estado Brasileiro.


Desta forma, unimos as nossas vozes às diversas da sociedade que hoje estão em defesa das resoluções presentes no PNDH 3 democraticamente construídas no conjunto da sociedade civil brasileira.

A ABGLT luta e continuará lutando para garantir que as vozes de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, assim como de todos seus defensores(as) , sejam sempre ouvidas e respeitadas, pois acreditamos que só assim poderemos garantir uma sociedade democrática como um direito de todas e todos.

Toni Reis
Presidente
ABGLT - Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais

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enviado por Vinícius para a lista nacional do ENUDS
Danilo

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Cine Avesso (quinta) 07/01/10

Pessoal vai haver amanhã (quinta) o
Cine AVESSO
no apê de Saulo.

Onde ele mora?!
na Adélia Franco, Cond. Costa Dourada; edf. Maragogi
Que horas?!
20:30 horas
Ponto de referência?!
o cond. fica ao lado do posto de gasolina onde tem a rotula em direção ao shopping Jardins!

Será que fui clara?! rsss....
Enfim...o ingresso do cine vai estar a venda comigo...hehehehe.....brincadeirinha!!!!

Hã sim....o filme....É SURPRESA!!!!!!!!!!!!!!!

Bjs a Todas e a Todos!!!

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"Nós só desistimos quando o que se diz normal também admitir que é AVESSO!"

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Enviado por Erika na lista do Coletivo Avesso SE
danilo, coletivo avesso
sencenne coord. regional